segunda-feira, 25 de maio de 2015

zio-marxismo















mesmo nos cartazes antifascistas de apoio à Palestina, se vêem críticas ao 'anti-semitismo' (leia-se anti-judeísmo), porque o antifascismo de esquerda não é pró-àrabe. é, sim, àrabo-sionista. a sua função é 'dançar' e fazer jogo de cintura, com um pé no Mundo àrabe-palestino e outro pé no Mundo sionista, tentando conciliar e apaziguar ambas as partes, até porque o sionismo não é sobretudo o bocado de terra da Palestina ocupado pelos judeus, mas sim praticamente o Mundo todo e nunca ou quase nunca se vêem críticas da esquerdalha ao sionismo global. só ao pequenino sionismo Tel-Aviviano que ocupa a Palestina.
anti-sionismo de 'esquerda':

Portugal





































França


















Memorial de Leo Blum, ex-primeiro ministro de França, judeu marxista pró-israel (sionista)
















anarquista judeu Daniel Cohn-Bendit pró-israel, embora não fanático













Reino Unido















pró-sionista Gerry Gable











Estados Unidos



















orgulho gay em Boston...






























Austrália











































Alemanha















































Grécia




















Suécia

















antiga URSS
























































israel













































em israel, até os marxistas mais radicais levam bandeiras de israel e defendem na pior das hipóteses uma solução de dois estados.



























Brasil
















Cuba

























alguém consegue dizer sinceramente de que lado é que esta escumalha realmente está?? possivelmente de nenhum, e ao mesmo tempo, de ambos. sem qualquer problema, dilema ou contradição para eles. os seus dois amores são Palestina e israel, o Mundo àrabe e o Mundo sionista, já que o inimigo é o Ariano, é o Ocidental, e nunca o Palestino, o israelita, o semita, o àrabe, etc, etc  então convém que a Palestina e israel façam as pazes, para que o muçulmano e o judeu se possam juntar na cruzada comum contra o Ariano.
nota: em Inglaterra, até o anti-sionista George Galloway se dá com judeus (não-sionistas, ou que dizem sê-lo)

zio-marxismo















mesmo nos cartazes antifascistas de apoio à Palestina, se vêem críticas ao 'anti-semitismo' (leia-se anti-judeísmo), porque o antifascismo de esquerda não é pró-àrabe. é, sim, àrabo-sionista. a sua função é 'dançar' e fazer jogo de cintura, com um pé no Mundo àrabe-palestino e outro pé no Mundo sionista, tentando conciliar e apaziguar ambas as partes, até porque o sionismo não é sobretudo o bocado de terra da Palestina ocupado pelos judeus, mas sim praticamente o Mundo todo e nunca ou quase nunca se vêem críticas da esquerdalha ao sionismo global. só ao pequenino sionismo Tel-Aviviano que ocupa a Palestina.
anti-sionismo de 'esquerda':

Portugal





































França


















Memorial de Leo Blum, ex-primeiro ministro de França, judeu marxista pró-israel (sionista)
















anarquista judeu Daniel Cohn-Bendit pró-israel, embora não fanático













Reino Unido















pró-sionista Gerry Gable











Estados Unidos



















orgulho gay em Boston...






























Austrália











































Alemanha















































Grécia




















Suécia

















antiga URSS
























































israel













































em israel, até os marxistas mais radicais levam bandeiras de israel e defendem na pior das hipóteses uma solução de dois estados.



























Brasil
















Cuba

























alguém consegue dizer sinceramente de que lado é que esta escumalha realmente está?? possivelmente de nenhum, e ao mesmo tempo, de ambos. sem qualquer problema, dilema ou contradição para eles. os seus dois amores são Palestina e israel, o Mundo àrabe e o Mundo sionista, já que o inimigo é o Ariano, é o Ocidental, e nunca o Palestino, o israelita, o semita, o àrabe, etc, etc  então convém que a Palestina e israel façam as pazes, para que o muçulmano e o judeu se possam juntar na cruzada comum contra o Ariano.
nota: em Inglaterra, até o anti-sionista George Galloway se dá com judeus (não-sionistas, ou que dizem sê-lo)

quinta-feira, 21 de maio de 2015

porque não?















se estes nos apoiam, porque não retribuir o apoio? amor com amor se paga e vice-versa.
apoiar os àrabes na Palestina, não é apoiar os àrabes nos nossos países e na Europa. há uma diferença radical entre as duas coisas.
os àrabes, na terra deles, são óptimos. na nossa é que o caldo se entorna.
para citar um utilizador do Twitter: 'Querer uma Europa Europeia não implica deixar de apoiar outros combatentes contra o sionismo internacional fora dela'.
os judeus que vão para Madagascar, para o Uganda, para a Patagónia, para Angola, para a Guiana Francesa ou para o Pólo Sul. relembro que os judeus, no passado, até tiveram o plano Andinia.

a Palestina não só é demasiado pequena para os muitos judeus que existem, como essa zona fica muito perto da Europa e israhell é um estado demasiado psicopático, nuclear e terrorista para ficar tão perto dos Europeus. além disso, israhell cria instabilidade no Médio-Oriente, massacra constantemente os vizinhos e envia os muçulmanos para os nossos países, além de criar guerras para os soldados dos EUA e Nato morrerem.

a propósito, deixo aqui um cartaz de 1931, do grupo terrorista sionista Irgun que apelava a uma israhell bem maior, incluindo nela toda a Jordânia.  roubar terras está no sangue destes vermes.


que ganham os Europeus com a existência de israhell na Palestina?  nada. só mortes, guerras, ameaças nucleares, ver constantemente imagens de crianças palestinianas cortadas aos bocados, saque aos bolsos dos contribuintes para ajudar a construir armas nucleares, químicas e escudos anti-misseis, soldados dos EUA e NATO a morrer por israhell e por expandir israhell em territórios àrabes. muçulmanos e refugiados enviados para a Europa, judeus maioritariamente a viverem fora de israhell, governo global sionista, etc, etc
os judeus têm que ser todos enviados à força para um sítio grande e isolado onde não possam incomodar ninguém e ponto final. por iniciativa deles, jamais irão todos para israhell, mesmo que seja para a grande israhell (fantasia judaica). mesmo que saiam da Europa, como andam agora a dizer, ainda ficarão nos EUA e noutros lados.