segunda-feira, 27 de julho de 2015

marxionismo galaico e castelhano























mais uma prova de que toda a esquerda está em peso contra o sionismo, e que todo o esquerdista odeia israel.













aqui, Pablo Iglesias do esquerdalhista Podemos, com o embaixador Palestino, a cumprir a fantochada e o habitual protocolo "anti-sionista" marxista.














e aqui, o mesmo Pablo Iglesias a revelar a verdadeira face...











afinal de que lado estão? podem decidir-se pelo menos? ou nem isso?
no mainstream são Palestinianos e anti-sionistas, mas nos bastidores são sionistas?

marxionismo galaico e castelhano























mais uma prova de que toda a esquerda está em peso contra o sionismo, e que todo o esquerdista odeia israel.













aqui, Pablo Iglesias do esquerdalhista Podemos, com o embaixador Palestino, a cumprir a fantochada e o habitual protocolo "anti-sionista" marxista.














e aqui, o mesmo Pablo Iglesias a revelar a verdadeira face...











afinal de que lado estão? podem decidir-se pelo menos? ou nem isso?
no mainstream são Palestinianos e anti-sionistas, mas nos bastidores são sionistas?

domingo, 26 de julho de 2015

insanidade...


























insanidade é fazer a mesma coisa vezes sem conta e esperar resultados diferentes.

9 idas às urnas em 32 anos, aliás, mais do que isso pois já estamos em 2015 e antes de 1980 só 1976 (no caso de não ser menor de idade nessa época). 9 idas às urnas em praticamente 40 anos.
em quase 40 anos de vida, uma pessoa mete 9 vezes um papel dentro de um caixote.
um papel que tem o mesmo valor que outras dezenas, senão centenas de milhões de papéizinhos.

mais medíocre que isto é impossível. aliás, isto é precisamente a definição de mediocridade e insanidade. a pessoa realmente imagina e acredita que conta e que decide...é uma alucinação.








insanidade...


























insanidade é fazer a mesma coisa vezes sem conta e esperar resultados diferentes.

9 idas às urnas em 32 anos, aliás, mais do que isso pois já estamos em 2015 e antes de 1980 só 1976 (no caso de não ser menor de idade nessa época). 9 idas às urnas em praticamente 40 anos.
em quase 40 anos de vida, uma pessoa mete 9 vezes um papel dentro de um caixote.
um papel que tem o mesmo valor que outras dezenas, senão centenas de milhões de papéizinhos.

mais medíocre que isto é impossível. aliás, isto é precisamente a definição de mediocridade e insanidade. a pessoa realmente imagina e acredita que conta e que decide...é uma alucinação.








quinta-feira, 23 de julho de 2015

trotsky era sionista

Trotsky and Zionism
http://www.politicsforum.org/forum/viewtopic.php?f=12&t=47950

http://semiticcontroversies.blogspot.pt/2011/04/in-brief-trotsky-quote.html

http://showcase.netins.net/web/renegadesports/surplus/curent%20news/More%20Zionist%20Connections%20To%20Communism%20Found%20Lenin,%20Trotsky%20And%20Jewish%20Identity%20Lenin%20To%20Gorki%20The%20clever%20Russian%20is%20almost%20always%20a%20Jew.htm


há quem diga que trotskismo não é marxismo, mas a verdade é que também o estalinismo foi sionista. quanto a Lénine, podia não ser muito a favor do estado sionista, que não existia no tempo dele, mas não há dúvida de que tinha raízes judaicas e que condenava o sentimento anti-judaico.

trotsky era sionista

Trotsky and Zionism
http://www.politicsforum.org/forum/viewtopic.php?f=12&t=47950

http://semiticcontroversies.blogspot.pt/2011/04/in-brief-trotsky-quote.html

http://showcase.netins.net/web/renegadesports/surplus/curent%20news/More%20Zionist%20Connections%20To%20Communism%20Found%20Lenin,%20Trotsky%20And%20Jewish%20Identity%20Lenin%20To%20Gorki%20The%20clever%20Russian%20is%20almost%20always%20a%20Jew.htm


há quem diga que trotskismo não é marxismo, mas a verdade é que também o estalinismo foi sionista. quanto a Lénine, podia não ser muito a favor do estado sionista, que não existia no tempo dele, mas não há dúvida de que tinha raízes judaicas e que condenava o sentimento anti-judaico.

terça-feira, 21 de julho de 2015

lição de história

























uma destas bandeiras representa a nação responsável pelo assassínio em massa de civis inocentes como forma de abrir caminho para o espaço vital da raça escolhida. eles têm feito isto durante as últimas 7 décadas sem interferência da comunidade internacional, alegando que a sua política genocida e invasão sistemática de terra alheia, é «defensiva». a outra bandeira pertence à Alemanha nazi.

lição de história

























uma destas bandeiras representa a nação responsável pelo assassínio em massa de civis inocentes como forma de abrir caminho para o espaço vital da raça escolhida. eles têm feito isto durante as últimas 7 décadas sem interferência da comunidade internacional, alegando que a sua política genocida e invasão sistemática de terra alheia, é «defensiva». a outra bandeira pertence à Alemanha nazi.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

mais um link marxismo-israel














http://en.metapedia.org/wiki/Salomon_Morel
http://www.jewwatch.com/jew-atrocities-solomon-morel.html

Salomon Morel foi um judeu comunista genocida do NKVD, comandante do campo de morte Zgoda na Polónia. entre outros crimes de guerra, matou 1500 alemães.
em meados dos anos 90, já depois da queda do Bloco de Leste, escapou para israel (onde morreu), por ter visto o seu nome associado a genocídio e crimes de guerra. a Polónia pediu a sua extradição, mas israel recusou sempre.
pois é, a palavra comunismo aparece muitas vezes ligada a anti-sionismo, mas na hora do aperto, para onde é que os comunistas judeus escapam? para a casa-mãe, obviamente.
e israel que é tão conservadora, religiosa e supostamente 'anti-comunista', 'pró-ocidente', etc, etc o que faz com um comunista criminoso de guerra refugiado? acolhe-o, claro. e recusa a extradição. pois judeus são sempre judeus, seja lá qual for a ideologia e religião (ou falta dela...)

mais um link marxismo-israel














http://en.metapedia.org/wiki/Salomon_Morel
http://www.jewwatch.com/jew-atrocities-solomon-morel.html

Salomon Morel foi um judeu comunista genocida do NKVD, comandante do campo de morte Zgoda na Polónia. entre outros crimes de guerra, matou 1500 alemães.
em meados dos anos 90, já depois da queda do Bloco de Leste, escapou para israel (onde morreu), por ter visto o seu nome associado a genocídio e crimes de guerra. a Polónia pediu a sua extradição, mas israel recusou sempre.
pois é, a palavra comunismo aparece muitas vezes ligada a anti-sionismo, mas na hora do aperto, para onde é que os comunistas judeus escapam? para a casa-mãe, obviamente.
e israel que é tão conservadora, religiosa e supostamente 'anti-comunista', 'pró-ocidente', etc, etc o que faz com um comunista criminoso de guerra refugiado? acolhe-o, claro. e recusa a extradição. pois judeus são sempre judeus, seja lá qual for a ideologia e religião (ou falta dela...)

sexta-feira, 17 de julho de 2015

conexão neocons e holohoax

Jewish Neocons and the HoloHoax

There is an interesting connection between Jewish neoconservatism and the fictitious ‘Holocaust’ religion. The Jewish Mafia’s preposterous anti-German conspiracy theory — known to the world as The Holocaust™ — is central to neoconservative thinking.

Jewish journalist Gal Beckerman had this to say about the motivations of Jewish neoconservatives:


“It was Podhoretz, however, who gave neoconservatism its most explicitly Jewish cast. The August 1968 issue of Commentary featured Emil Fackenheim’s famous essay, “Jewish Faith and the Holocaust: A Fragment,” which included Fackenheim’s contention that after Auschwitz, Jews had a moral responsibility to defend Jewish interests so as not to hand Hitler a “posthumous victory.” By February 1972, Podhoretz himself wrote a piece titled, without irony, “Is It Good for the Jews?”

Holocaust consciousness was growing in the 1970s, as was a renewed sense of threat to Jews and a feeling that, as Podhoretz put it, the postwar “statute of limitations” on anitisemitism had run out. Israel’s security, threatened in the Six Day War and the Yom Kippur War — both events that gave Jews existential pause — suddenly became a top American Jewish concern. Podhoretz came to identify more and more with the defense of Jews, and by the 1980s, half his articles on international affairs focused on Israel and threats to the Jewish people.”


FONTE: ZionCrimeFactory



nada mete mais nojo do que a centro-direitalha kosher, e mesmo em relação ao comunismo ex-sionista (agora só vagamente sionista, nos bastidores e nas horas vagas), estão ela por ela. falar de holomerda é falar da direit(r)alha kosher neo-con, pois foi ela que incrementou e solidificou essa religião a partir dos anos 50/60, depois de ela própria surgir como dissidência trotskista sionista, embora já estivesse representada pré-anos 50 em 'modo Churchill' mas com outra nomenclatura e nuances.
ao menos na 'esquerda' há gente que não segue a religião do holomerda e do sionismo militante, embora as coisas não sejam tão uniformes e simples assim como alguns anormais pensam, e dentro da 'esquerda' há gente para todos os gostos e opiniões, incluindo sionistas e crentes holocônticos.

se fosse possível retirar o bocadinho que presta da 'esquerda' como a irreverência, ateísmo no bom sentido, um pedacinho de anti-sionismo (que teria que ser muito mais radicalizado e globalizado), juntar isso tudo à parte que presta da extrema-direita, como racialismo, nacionalismo, etc misturar tudo na centrifugadora e radicalizar, teríamos a ideologia perfeita.
uma espécie de Nacional-Socialismo ateízado, mas seguidor da suástica. irreverente, mas ao mesmo tempo ultra-racional.
mas não. só temos pedacinhos que prestam de ideologias muito distintas, separadas, extremadas e até opostas, para gáudio da escumalha que se deleita com essas dialécticas maníqueistas de direita vs esquerda, sionismo vs 'anti-sionismo' moderado, luta alheia em terra Ocidental.
a verdade é que todo o globo terrestre é uma Palestina gigante. somos todos palestinos e estamos todos ocupados!

conexão neocons e holohoax

Jewish Neocons and the HoloHoax

There is an interesting connection between Jewish neoconservatism and the fictitious ‘Holocaust’ religion. The Jewish Mafia’s preposterous anti-German conspiracy theory — known to the world as The Holocaust™ — is central to neoconservative thinking.

Jewish journalist Gal Beckerman had this to say about the motivations of Jewish neoconservatives:


“It was Podhoretz, however, who gave neoconservatism its most explicitly Jewish cast. The August 1968 issue of Commentary featured Emil Fackenheim’s famous essay, “Jewish Faith and the Holocaust: A Fragment,” which included Fackenheim’s contention that after Auschwitz, Jews had a moral responsibility to defend Jewish interests so as not to hand Hitler a “posthumous victory.” By February 1972, Podhoretz himself wrote a piece titled, without irony, “Is It Good for the Jews?”

Holocaust consciousness was growing in the 1970s, as was a renewed sense of threat to Jews and a feeling that, as Podhoretz put it, the postwar “statute of limitations” on anitisemitism had run out. Israel’s security, threatened in the Six Day War and the Yom Kippur War — both events that gave Jews existential pause — suddenly became a top American Jewish concern. Podhoretz came to identify more and more with the defense of Jews, and by the 1980s, half his articles on international affairs focused on Israel and threats to the Jewish people.”


FONTE: ZionCrimeFactory



nada mete mais nojo do que a centro-direitalha kosher, e mesmo em relação ao comunismo ex-sionista (agora só vagamente sionista, nos bastidores e nas horas vagas), estão ela por ela. falar de holomerda é falar da direit(r)alha kosher neo-con, pois foi ela que incrementou e solidificou essa religião a partir dos anos 50/60, depois de ela própria surgir como dissidência trotskista sionista, embora já estivesse representada pré-anos 50 em 'modo Churchill' mas com outra nomenclatura e nuances.
ao menos na 'esquerda' há gente que não segue a religião do holomerda e do sionismo militante, embora as coisas não sejam tão uniformes e simples assim como alguns anormais pensam, e dentro da 'esquerda' há gente para todos os gostos e opiniões, incluindo sionistas e crentes holocônticos.

se fosse possível retirar o bocadinho que presta da 'esquerda' como a irreverência, ateísmo no bom sentido, um pedacinho de anti-sionismo (que teria que ser muito mais radicalizado e globalizado), juntar isso tudo à parte que presta da extrema-direita, como racialismo, nacionalismo, etc misturar tudo na centrifugadora e radicalizar, teríamos a ideologia perfeita.
uma espécie de Nacional-Socialismo ateízado, mas seguidor da suástica. irreverente, mas ao mesmo tempo ultra-racional.
mas não. só temos pedacinhos que prestam de ideologias muito distintas, separadas, extremadas e até opostas, para gáudio da escumalha que se deleita com essas dialécticas maníqueistas de direita vs esquerda, sionismo vs 'anti-sionismo' moderado, luta alheia em terra Ocidental.
a verdade é que todo o globo terrestre é uma Palestina gigante. somos todos palestinos e estamos todos ocupados!