quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Saraiva e o cosmopolitismo judeu

A concepção babélica da Humanidade, sem diferenciação de raças e de nações, é absurda e contra a natureza. A harmonia nunca resultou da uniformidade ou da monotonia, mas do ritmo e da variedade. Não se pode fazer música com uma só nota ou um quadro com uma só cor. A Natureza tem verdadeiro horror à monotonia. A Humanidade constituída sob a forma de uma cosmopolis ou babel de povos e raças confundidos numa multidão incaracterística e uniforme, seria uma coisa tão insuportável como ouvir uma orquestra ferindo sempre a mesma nota ou ver todo o nosso horizonte debaixo duma só cor. Seria o caos informe e insuportável.
Depois, é preciso frisar que a solidariedade social, como tudo, não vale tanto pela sua extensão como pela sua intensidade; a afeição e solidariedade enfraquece quando tem de se partilhar por muitos e reduz-se a nada quando se pretende estender igualmente a todo o mundo. Assim, os antigos Romanos, por exemplo, tinham muito mais solidariedade, coesão e bem estar moral enquanto estiveram contidos dentro dos seus limites naturais da Itália, do que depois de se estenderem pela Europa, Ásia e África. À medida que se dilatavam, os seus laços de solidariedade e coesão relaxavam-se, e por fim o Império Romano tornou-se uma multidão cosmopolita sem solidariedade alguma, em que Roma tinha mais inimigos do que amigos e por isso acabou por cair miseravelmente aos pedaços, como tem sucedido a todos os grandes impérios.
Todavia, há muita gente que, embora não negue a existência e influência social das raças, está sinceramente convencida de que todas as raças se devem confundir e todas as Pátrias desaparecer para bem da paz universal.
Esta concepção cosmopolita e babélica da Humanidade tem sido obra principalmente dos profetas, filósofos e agitadores judeus, o povo cosmopolita por excelência.
Mas israel, neste ponto, como em muitos outros, é como Frei Tomaz, prega e não faz, ou antes, faz exactamente o contrário. Prega aos outros o confusionismo das raças e a eliminação das fronteiras a bem da paz universal; mas, quanto a si, isola-se cada vez mais no seu velho nacionalismo exclusivista de povo eleito.
Combate e pretende destruir o espírito rácico e patriótico dos outros povos; mas afervora e leva até aos últimos extremos esse mesmo espírito rácico dentro da sua tribo, a ponto de referir como infamantes os cruzamentos com outros povos e de considerar decaídos ou irradiados todos aqueles que vão contrair matrimónio fora da sua grei.
Os judeus pretendem destruir as fronteiras e pátrias dos outros povos para que eles próprios tenham toda a liberdade de movimento e deslocação; mas não admitem de forma alguma que ingressem na sua tribo ou nação quaisquer elementos dos outros povos, aos quais chamam depreciativamente gentios.
israel finge arvorar-se em campeão da unificação da Humanidade e da abolição das fronteiras e das Pátrias; mas fá-lo unicamente por táctica política e não por amar sinceramente os outros povos e desejar confundir-se com eles. Se realmente os judeus amassem sinceramente toda a Humanidade e desejassem confundir-se com as outras nações, há muito que o teriam feito; mas, pelo contrário, a História não nos apresenta povo que tenha mostrado mais indomável resistência a confundir-se ou assimilar-se com os outros, apesar destes cidadãos cosmopolitas viverem perpetuamente na casa ou domicílio dos gentios.
A sua velha tragédia é devida unicamente a este facto.

Esta táctica dos judeus é fácil de compreender. Os judeus estão espalhados por todo o mundo e aspiram, segundo a promessa do seu deus e dos seus profetas, como se lê a cada passo na Bíblia, ao domínio ou império universal; e como não podem conseguir este desideratum pela força, visto constituirem uma insignificante minoria, esperam consegui-lo pela astúcia, convencendo pela propaganda os outros povos de que é indispensável demolir as barreiras e as Pátrias para se conseguir a unificação da Humanidade e a paz universal.
No dia em que as fronteiras e, portanto as nações desaparecerem, a plutocracia israelita, espalhada e organizada como está em todo o mundo, não tendo mais fronteiras nem Pátrias a embargar-lhe o passo e vivendo apenas no seio de população sem coesão nem espírito nacional, ficará dominando por completo sobre toda a Terra, como hoje já domina financeiramente.
Os povos europeus devem observar com olhos de ver esta táctica bifronte e maquiavélica da plutocracia internacional judaica, se quiserem assegurar a sua existência e liberdade, e evitar a maior parte das lutas e guerras em que se dilaceram estupidamente.

J. Andrade Saraiva «Perigos Que Ameaçam A Europa E A Raça Branca», 1932

Saraiva e o cosmopolitismo judeu

A concepção babélica da Humanidade, sem diferenciação de raças e de nações, é absurda e contra a natureza. A harmonia nunca resultou da uniformidade ou da monotonia, mas do ritmo e da variedade. Não se pode fazer música com uma só nota ou um quadro com uma só cor. A Natureza tem verdadeiro horror à monotonia. A Humanidade constituída sob a forma de uma cosmopolis ou babel de povos e raças confundidos numa multidão incaracterística e uniforme, seria uma coisa tão insuportável como ouvir uma orquestra ferindo sempre a mesma nota ou ver todo o nosso horizonte debaixo duma só cor. Seria o caos informe e insuportável.
Depois, é preciso frisar que a solidariedade social, como tudo, não vale tanto pela sua extensão como pela sua intensidade; a afeição e solidariedade enfraquece quando tem de se partilhar por muitos e reduz-se a nada quando se pretende estender igualmente a todo o mundo. Assim, os antigos Romanos, por exemplo, tinham muito mais solidariedade, coesão e bem estar moral enquanto estiveram contidos dentro dos seus limites naturais da Itália, do que depois de se estenderem pela Europa, Ásia e África. À medida que se dilatavam, os seus laços de solidariedade e coesão relaxavam-se, e por fim o Império Romano tornou-se uma multidão cosmopolita sem solidariedade alguma, em que Roma tinha mais inimigos do que amigos e por isso acabou por cair miseravelmente aos pedaços, como tem sucedido a todos os grandes impérios.
Todavia, há muita gente que, embora não negue a existência e influência social das raças, está sinceramente convencida de que todas as raças se devem confundir e todas as Pátrias desaparecer para bem da paz universal.
Esta concepção cosmopolita e babélica da Humanidade tem sido obra principalmente dos profetas, filósofos e agitadores judeus, o povo cosmopolita por excelência.
Mas israel, neste ponto, como em muitos outros, é como Frei Tomaz, prega e não faz, ou antes, faz exactamente o contrário. Prega aos outros o confusionismo das raças e a eliminação das fronteiras a bem da paz universal; mas, quanto a si, isola-se cada vez mais no seu velho nacionalismo exclusivista de povo eleito.
Combate e pretende destruir o espírito rácico e patriótico dos outros povos; mas afervora e leva até aos últimos extremos esse mesmo espírito rácico dentro da sua tribo, a ponto de referir como infamantes os cruzamentos com outros povos e de considerar decaídos ou irradiados todos aqueles que vão contrair matrimónio fora da sua grei.
Os judeus pretendem destruir as fronteiras e pátrias dos outros povos para que eles próprios tenham toda a liberdade de movimento e deslocação; mas não admitem de forma alguma que ingressem na sua tribo ou nação quaisquer elementos dos outros povos, aos quais chamam depreciativamente gentios.
israel finge arvorar-se em campeão da unificação da Humanidade e da abolição das fronteiras e das Pátrias; mas fá-lo unicamente por táctica política e não por amar sinceramente os outros povos e desejar confundir-se com eles. Se realmente os judeus amassem sinceramente toda a Humanidade e desejassem confundir-se com as outras nações, há muito que o teriam feito; mas, pelo contrário, a História não nos apresenta povo que tenha mostrado mais indomável resistência a confundir-se ou assimilar-se com os outros, apesar destes cidadãos cosmopolitas viverem perpetuamente na casa ou domicílio dos gentios.
A sua velha tragédia é devida unicamente a este facto.

Esta táctica dos judeus é fácil de compreender. Os judeus estão espalhados por todo o mundo e aspiram, segundo a promessa do seu deus e dos seus profetas, como se lê a cada passo na Bíblia, ao domínio ou império universal; e como não podem conseguir este desideratum pela força, visto constituirem uma insignificante minoria, esperam consegui-lo pela astúcia, convencendo pela propaganda os outros povos de que é indispensável demolir as barreiras e as Pátrias para se conseguir a unificação da Humanidade e a paz universal.
No dia em que as fronteiras e, portanto as nações desaparecerem, a plutocracia israelita, espalhada e organizada como está em todo o mundo, não tendo mais fronteiras nem Pátrias a embargar-lhe o passo e vivendo apenas no seio de população sem coesão nem espírito nacional, ficará dominando por completo sobre toda a Terra, como hoje já domina financeiramente.
Os povos europeus devem observar com olhos de ver esta táctica bifronte e maquiavélica da plutocracia internacional judaica, se quiserem assegurar a sua existência e liberdade, e evitar a maior parte das lutas e guerras em que se dilaceram estupidamente.

J. Andrade Saraiva «Perigos Que Ameaçam A Europa E A Raça Branca», 1932

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Trump previsto por Hollyjewood em BTTF

ZIONIST HOLLYWOOD PLANNED TRUMP IN BACK TO FUTURE
bem me parecia que já tinha visto este gajo em algum lado.


































Trump previsto por Hollyjewood em BTTF

ZIONIST HOLLYWOOD PLANNED TRUMP IN BACK TO FUTURE
bem me parecia que já tinha visto este gajo em algum lado.