segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

quem promove pânico anti-islão?

















precisamente os mesmos que trazem o islão cá para dentro...


























veja-se acima o cartaz da organização sioe (stop islamization of europe). não apenas surge uma bandeira de israel bem vísivel e destacada (quando israel nem da Europa é!), como a própria sigla lembra a palavra sionismo ou sião, sobretudo como "stop islamization of nations". mas para não haver dúvidas...(com o símbolo da Nato e tudo, mais descarado é díficil)














qual o interesse dos judeus em meterem cá islâmicos, para depois promoverem o pânico anti-islão?
simples! para vos fazer ter simpatia por israel, ou até mesmo adorar esse "país" asqueroso e abominável em todos os sentidos. mais claro não pode ser.





















o islão é contra a usura, contra a democracia e homossexualismo, os grandes "valores" judaicos tidos como ocidentais. logo obviamente não interessa aos judeus uma Europa totalmente islâmica. o que interessa é fazer os Europeus declarar guerra ao islão, e usá-los só contra o islão, em prol de israel.







óbvio que o lugar do islão não é a Europa, mas isto é um caso típico de problema-reacção-solução. em primeiro lugar, o islão nem deveria cá estar, ele só entrou porque a democracia sionista o trouxe para cá e criou o problema para depois apresentar a "solução".

1 comentário:

  1. correcto, não é um aliado de forma geral, até porque começou por ter raízes parcialmente judaicas. mas um ou outro indíviduo islâmico pode ser aliado temporário ou circunstancial...como o líder do Hezbollah, por exemplo. e uma ou outra facção xiita. o islão não é homogéneo e uno como um todo. agora, claro que a maioria dos islâmicos são umas bestas e uns doentinhos mentais que só merecem porrada naqueles cornos.

    eu não estou aqui a dizer que há problema em não gostar do islão. isso é normal e salutar.
    o que eu critico é a islamofobia doentia, primária e obsessiva, que põe o ódio ao islão em primeiro plano e como a medida de tudo, como se o islão fosse o inimigo principal e não (((outro)))

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