sexta-feira, 5 de junho de 2015

a próxima false-flag

israel planning false flag attack in US to create war with Iran Ex-US Senate candidate
http://www.presstv.ir/Detail/2015/06/02/414052/false-flag-Israel-US-Iran-operation


























onde e quando será ela? Chicago? Nova Iorque outra vez?  no curto prazo ou daqui a vários anos, quando tudo estiver mais calmo, e já não houver isis ou, pelo menos, tiver caído no esquecimento? eu aposto que a false-flag vai ser no longo prazo, quando ninguém estiver à espera e a questão do irão já estiver esquecida ou tiver sido varrida dos mass merda.


a próxima false-flag

israel planning false flag attack in US to create war with Iran Ex-US Senate candidate
http://www.presstv.ir/Detail/2015/06/02/414052/false-flag-Israel-US-Iran-operation


























onde e quando será ela? Chicago? Nova Iorque outra vez?  no curto prazo ou daqui a vários anos, quando tudo estiver mais calmo, e já não houver isis ou, pelo menos, tiver caído no esquecimento? eu aposto que a false-flag vai ser no longo prazo, quando ninguém estiver à espera e a questão do irão já estiver esquecida ou tiver sido varrida dos mass merda.


segunda-feira, 1 de junho de 2015

conservadores, urss e médio-oriente

O raciocínio conservador (se assim se pode chamar) sobre o problema do Médio Oriente sempre foi algo como isto: "Os comunistas estão a apoiar os árabes; logo, nós devemos apoiar os judeus. "Não importa que metade dos estados árabes sejam monarquias, com governantes que odeiam e temem o comunismo como uma praga. Não importa que os outros Estados árabes - mais notavelmente o Egipto - tenham encontrado nos soviéticos tão traiçoeiros aliados que os escorraçaram e rejeitaram as ofertas de mais apoio soviético; ou que os poucos estados árabes actualmente a aceitar a ajuda da URSS foram lançados relutantemente nos braços soviéticos devido ao prévio apoio Americano a israel. Nada disso importa, porque a TV nos diz que os árabes são apoiados pelas forças do mal do comunismo internacional, e por isso temos de ajudar os judeus. 

The Trouble With Conservatism - Dr. William L. Pierce From National Vanguard Issue No. 58, 1978





Para a direita nos EUA a perspectiva de "Moscovo como o centro do anti-semitismo" era uma impossibilidade teórica. A Direita, desde os segregacionistas do sul aos auto-proclamados "nazis", como George Lincoln Rockwell e o seu Partido Nazi Americano, viu o anti-sionismo soviético como nada mais do que outra conspiração judaica para enganar os gentios em geral, e o bloco árabe em particular. A teoria era que uma postura anti-sionista pela URSS judia iria cativar os árabes a estarem alinhados com o bloco soviético, e que a cabala judaica que controla ambos os blocos oriental e ocidental, teria conduzido os árabes para os braços do comunismo judeu.

Esta visão conspiratória foi retida pelo rei Faisal da Arábia Saudita, de seguida o estadista
sénior do mundo árabe. Em 1970, o Newsweek citou o rei Faisal a afirmar, em resposta a uma
pergunta sobre o conflito israelo-árabe:


Se a crise é abordada como sugerimos, a influência e penetração soviética cessará. Mas o sionismo e o comunismo estão a trabalhar de mãos dadas para bloquear qualquer acordo para restaurar a paz. É tudo parte de um grande enredo, uma grande conspiração. O comunismo é uma criação sionista projectada para alcançar os objectivos do sionismo. Eles estão apenas a fingir trabalhar uns contra os outros no Médio Oriente. Os sionistas estão a fazer os EUA acreditar que eles estão do seu lado. Os comunistas, por outro lado, estão a enganar os árabes, fazendo-os acreditar que eles estão do seu lado. Mas, na verdade, eles estão em conluio com os sionistas. [6]

King Faisal of Saudi Arabia, 1970, Newsweek


Tenha em mente que a Guerra Fria ainda estava em curso neste momento também, e no seu papel, OY (Oded Yinon) faz várias referências à União Soviética, sugerindo até mesmo num ponto que os esforços soviéticos para explorar petróleo e recursos minerais no terceiro mundo "é o nosso grande desafio de política externa." Mas é claro que a sua principal preocupação foi o Oriente Médio. O seu papel (texto completo abaixo) é dividido em 31 secções numeradas, cada uma consistindo num parágrafo autónomo. Fora das 31 secções, apenas cinco são dedicadas à União Soviética. Em contrapartida, 24 lidam com o mundo muçulmano. E, especificamente, sobre como israel pode afirmar-se como a potência dominante, incontestável na região, causando o rompimento de países muçulmanos em mini-estados menores, mais fracos. Na verdade, Shahak, no seu próprio comentário no papel, descreve as referências à União Soviética como "juras falsas", e afirma que o objectivo principal de OY foi a transformação dos Estados muçulmanos no que seriam essencialmente pouco mais do que "associações de aldeia" sob "líderes" sem lealdade ou prestação de contas à população, e com "o estabelecimento de guarnições israelitas em lugares focais entre os mini-estados, equipados com as forças móveis destructivas necessárias." (....)


"A guerra pelos recursos do mundo, o monopólio árabe do petróleo, bem como a necessidade do Ocidente de importar a maioria de suas matérias-primas do Terceiro Mundo, estão a transformar o mundo que conhecemos, dado que um dos principais objectivos da URSS é derrotar o Ocidente ao ganhar o controlo dos gigantescos recursos no Golfo Pérsico e na parte sul da África, onde a maioria dos minerais do mundo estão localizados. Podemos imaginar as dimensões do confronto global que nos vai enfrentar no futuro."

http://richardedmondson.net/2014/02/01/the-blood-drippings-of-oy/


(esta foi aliás, uma das principais razões pelas quais Estaline foi morto por outros judeus, brigas sobre petróleo e controlo do Médio-Oriente/israel. e falam os marxistas de petróleo...falam porque queriam ser eles a mamar. eles conhecem bem do que se trata. mas eles são cão com coleira)


o 'anti-sionismo' soviético é uma operação false-flag de cerca de 1957, para tentar controlar os dois lados do conflito israelo-àrabe, dividir, enfraquecer e enganar os muçulmanos. além disso, serve para gerar (ainda) mais apoio para israel na direita política, incluindo a direita idiotária controlada pela Cia e também para gerar o conflito perpétuo entre os dois blocos, ambos controlados pelos globalistas, através do 'bicho-papão' soviético.
porquê a Urss e não os EUA, por exemplo? por vários factores, porque o poder estava nos EUA e Inglaterra, porque israel preferia os EUA, porque os EUA tinham o melhor complexo militar, porque a Urss era 'ateia-laica' marxista, porque estava geograficamente próxima dos Àrabes e isso dava pretexto para os EUA meterem o bedelho no longínquo Médio-Oriente, para serem 'escudo protector' de israel, como sempre fazem. tudo se combinou na perfeição.
não quer dizer que a URSS fosse muito sionista ou que não houvesse uma pequena divergência entre laicismo marxista e judaísmo "ocidental", mas essas pequenas divergências sem significado (eram judeus de ambos os lados) foram exageradas e aumentadas para justificar os "conflitos" que acima foram explicados, embora não concorde com 100% do que foi dito, mas quase...

conservadores, urss e médio-oriente

O raciocínio conservador (se assim se pode chamar) sobre o problema do Médio Oriente sempre foi algo como isto: "Os comunistas estão a apoiar os árabes; logo, nós devemos apoiar os judeus. "Não importa que metade dos estados árabes sejam monarquias, com governantes que odeiam e temem o comunismo como uma praga. Não importa que os outros Estados árabes - mais notavelmente o Egipto - tenham encontrado nos soviéticos tão traiçoeiros aliados que os escorraçaram e rejeitaram as ofertas de mais apoio soviético; ou que os poucos estados árabes actualmente a aceitar a ajuda da URSS foram lançados relutantemente nos braços soviéticos devido ao prévio apoio Americano a israel. Nada disso importa, porque a TV nos diz que os árabes são apoiados pelas forças do mal do comunismo internacional, e por isso temos de ajudar os judeus. 

The Trouble With Conservatism - Dr. William L. Pierce From National Vanguard Issue No. 58, 1978





Para a direita nos EUA a perspectiva de "Moscovo como o centro do anti-semitismo" era uma impossibilidade teórica. A Direita, desde os segregacionistas do sul aos auto-proclamados "nazis", como George Lincoln Rockwell e o seu Partido Nazi Americano, viu o anti-sionismo soviético como nada mais do que outra conspiração judaica para enganar os gentios em geral, e o bloco árabe em particular. A teoria era que uma postura anti-sionista pela URSS judia iria cativar os árabes a estarem alinhados com o bloco soviético, e que a cabala judaica que controla ambos os blocos oriental e ocidental, teria conduzido os árabes para os braços do comunismo judeu.

Esta visão conspiratória foi retida pelo rei Faisal da Arábia Saudita, de seguida o estadista
sénior do mundo árabe. Em 1970, o Newsweek citou o rei Faisal a afirmar, em resposta a uma
pergunta sobre o conflito israelo-árabe:


Se a crise é abordada como sugerimos, a influência e penetração soviética cessará. Mas o sionismo e o comunismo estão a trabalhar de mãos dadas para bloquear qualquer acordo para restaurar a paz. É tudo parte de um grande enredo, uma grande conspiração. O comunismo é uma criação sionista projectada para alcançar os objectivos do sionismo. Eles estão apenas a fingir trabalhar uns contra os outros no Médio Oriente. Os sionistas estão a fazer os EUA acreditar que eles estão do seu lado. Os comunistas, por outro lado, estão a enganar os árabes, fazendo-os acreditar que eles estão do seu lado. Mas, na verdade, eles estão em conluio com os sionistas. [6]

King Faisal of Saudi Arabia, 1970, Newsweek


Tenha em mente que a Guerra Fria ainda estava em curso neste momento também, e no seu papel, OY (Oded Yinon) faz várias referências à União Soviética, sugerindo até mesmo num ponto que os esforços soviéticos para explorar petróleo e recursos minerais no terceiro mundo "é o nosso grande desafio de política externa." Mas é claro que a sua principal preocupação foi o Oriente Médio. O seu papel (texto completo abaixo) é dividido em 31 secções numeradas, cada uma consistindo num parágrafo autónomo. Fora das 31 secções, apenas cinco são dedicadas à União Soviética. Em contrapartida, 24 lidam com o mundo muçulmano. E, especificamente, sobre como israel pode afirmar-se como a potência dominante, incontestável na região, causando o rompimento de países muçulmanos em mini-estados menores, mais fracos. Na verdade, Shahak, no seu próprio comentário no papel, descreve as referências à União Soviética como "juras falsas", e afirma que o objectivo principal de OY foi a transformação dos Estados muçulmanos no que seriam essencialmente pouco mais do que "associações de aldeia" sob "líderes" sem lealdade ou prestação de contas à população, e com "o estabelecimento de guarnições israelitas em lugares focais entre os mini-estados, equipados com as forças móveis destructivas necessárias." (....)


"A guerra pelos recursos do mundo, o monopólio árabe do petróleo, bem como a necessidade do Ocidente de importar a maioria de suas matérias-primas do Terceiro Mundo, estão a transformar o mundo que conhecemos, dado que um dos principais objectivos da URSS é derrotar o Ocidente ao ganhar o controlo dos gigantescos recursos no Golfo Pérsico e na parte sul da África, onde a maioria dos minerais do mundo estão localizados. Podemos imaginar as dimensões do confronto global que nos vai enfrentar no futuro."

http://richardedmondson.net/2014/02/01/the-blood-drippings-of-oy/


(esta foi aliás, uma das principais razões pelas quais Estaline foi morto por outros judeus, brigas sobre petróleo e controlo do Médio-Oriente/israel. e falam os marxistas de petróleo...falam porque queriam ser eles a mamar. eles conhecem bem do que se trata. mas eles são cão com coleira)


o 'anti-sionismo' soviético é uma operação false-flag de cerca de 1957, para tentar controlar os dois lados do conflito israelo-àrabe, dividir, enfraquecer e enganar os muçulmanos. além disso, serve para gerar (ainda) mais apoio para israel na direita política, incluindo a direita idiotária controlada pela Cia e também para gerar o conflito perpétuo entre os dois blocos, ambos controlados pelos globalistas, através do 'bicho-papão' soviético.
porquê a Urss e não os EUA, por exemplo? por vários factores, porque o poder estava nos EUA e Inglaterra, porque israel preferia os EUA, porque os EUA tinham o melhor complexo militar, porque a Urss era 'ateia-laica' marxista, porque estava geograficamente próxima dos Àrabes e isso dava pretexto para os EUA meterem o bedelho no longínquo Médio-Oriente, para serem 'escudo protector' de israel, como sempre fazem. tudo se combinou na perfeição.
não quer dizer que a URSS fosse muito sionista ou que não houvesse uma pequena divergência entre laicismo marxista e judaísmo "ocidental", mas essas pequenas divergências sem significado (eram judeus de ambos os lados) foram exageradas e aumentadas para justificar os "conflitos" que acima foram explicados, embora não concorde com 100% do que foi dito, mas quase...

domingo, 31 de maio de 2015

profecia do Mundo em 1987







































"A imagem do Mundo em 1987 na minha imaginação: A Guerra Fria será uma coisa do passado. A pressão interna da inteligentsia crescente na Rússia por mais liberdade e a pressão das massas para elevar os seus padrões de vida pode levar a uma democratização gradual da União Soviética. Por outro lado, a crescente influência dos trabalhadores e agricultores, bem como a importância política crescente de homens de ciência, pode transformar os Estados Unidos num estado de bem-estar com uma economia planificada. A Europa Ocidental e Oriental tornar-se-ão uma federação de estados autónomos com um regime socialista e democrático. Com excepção da URSS como Estado federado da Eurásia, todos os outros continentes vão unir-se numa aliança mundial, a cuja disposição estará uma força policial internacional. Todos os exércitos será abolidos, e não haverá mais guerras. Em Jerusalém, as Nações Unidas (umas verdadeiras Nações Unidas) vão construir um Santuário dos Profetas para servir a união federada de todos os continentes; esta será a sede do Supremo Tribunal da Humanidade, para resolver todas as controvérsias entre os continentes federados, como profetizado por Isaías. O ensino superior será o direito de qualquer pessoa no Mundo. Uma pílula para prevenir a gravidez vai abrandar o crescimento natural explosivo na China e na Índia, e em 1987, a média de tempo de vida do homem vai chegar a 100 anos"
David Ben-Gurion


este texto foi escrito em 1962. apesar de isto ser um esboço e haver algumas previsões erradas ou que ainda não se concretizaram e estão a demorar mais do que o previsto, ainda assim, há muitas outras coisas que batem certo. haverá, por exemplo, maior prova do que esta que o conflito da Guerra Fria foi ensaiado e encenado nos bastidores e que as grandes potências (EUA e URSS), eram, no fundo, amigas??
em 1987, a Guerra Fria apesar de não estar completamente finita, já era efectivamente e na prática, uma coisa do passado. basta lembrar a Perestroika ou a liberalização Gorbacheviana. o Muro só demorou mais 2 míseros anos a cair e a URSS, 4.
volto a repetir: os marxistas adoram Jerusalém, e vêem nela a futura capital mundial, até tem lá uma pirâmide maçónica e laica no Tribunal Supremo construído apenas em 1992, o tal que já em 1962, Gurion previa como Tribunal Supremo da Humanidade, antes mesmo de existir.
os marxistas não precisam sequer de um regime robusto como o comunismo clássico, querem antes um regime mais leve e liberal, social-democrático globalizado. interessante que o marxista 'ateu' Ben-Gurion faça alusão às profecias de Isaías. só falta as guerras terminarem, mas talvez isso só aconteça depois da III Guerra e da construção da 'grande israel'.